Comentário de Julio Severo: A notícia abaixo, que foi também disponibilizada pelo UOL, encontra-se agora fora do ar.
Ao que parece o UOL foi tomado por remorso por ter saído dos padrões
jornalísticos atrelados aos ativistas gays ao mostrar um assassino gay.
A moda agora é mostrar gays apenas como vítimas. Esqueça que eles matam. Esqueça que eles estupram meninos. Contudo, a mesma notícia hoje rejeitada pelo UOL encontra-se disponível em outro site e divulgada aqui.
A moda agora é mostrar gays apenas como vítimas. Esqueça que eles matam. Esqueça que eles estupram meninos. Contudo, a mesma notícia hoje rejeitada pelo UOL encontra-se disponível em outro site e divulgada aqui.
Matéria original do Giro pelo Piauí, que constava também no UOL:
Apesar de ter se apresentado horas após
ter assassinado a mãe, a comerciante Maria Lita Pereira Gomes, 41, o
irmão Alan Luiz Gomes da Silveira, 14, e ter tentado contra o próprio
pai, o também comerciante Sidonor Pereira da Silveira, 35, o músico
Alcinei Gomes da Silveira, 19, poderá não ser liberado após prestar
depoimento sobre os crimes, praticado nesta terça-feira (5) à noite, na
rua J, do bairro São José 2, Zona Leste de Manaus.
A informação é do delegado titular da
Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), Mariolino
Brito, que ouviu o depoimento de Alcinei na manhã de hoje (6).
“Mesmo ele tendo se apresentado
espontaneamente após os crimes, isso não impede que ele não seja
liberado e também seja pedida a prisão preventiva contra ele”, salienta
Brito, que considerou o caso como atípico.
Segundo o delegado, a forma como Alcinei
agiu demonstra que ele apresenta traços de psicopatia. Ele também não
descarta a possibilidade de Alcinei ter premeditado os crimes.
Em depoimento prestado na manhã de hoje
ao titular da DEHS, o pai do acusado disse ter escapado da fúria de
Alcinei, por ter se fingido de morto, após receber o primeiro golpe.
Ataques
Os assassinatos ocorreram a partir das 18h45 de ontem, na casa da família.
O primeiro homicídio foi a do
adolescente Alan Luiz, morto com três facadas no tórax e uma na cabeça. O
corpo da vítima foi escondido debaixo de uma cama.
Minutos depois, a comerciante Maria Lita
foi morta com sete facadas nas costas, uma na nuca e outra na cabeça,
dentro do banheiro da casa.
Comoção
"Há três anos a mãe dele já sabie que
ele era homossexual. Para mim essa não é uma justificativa lógica para
ele ter feito o que fez", desabafa o tio materno do acusado, Geraldo
Gomes, a respeito da hipótese de que o sobrinho teria matado a mãe e o
irmão, devido a não aceitação de sua orientação sexual.
Os velórios de Maria Lita e Alan Luiz
foram realizados na própria residência, onde familiares, amigos e
vizinhos se aglomeraram para prestar as últimas homenages às vítimas.
Alguns dos vizinhos se mostraram
indignados com o caso e chamaram a atenção para o fato de que a família
parecia ser bastante unida.
Fonte Juliosevero.com
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